Crimson Desert: ex-engenheiro liga os sete anos de desenvolvimento à reescrita da engine
Um ex-integrante da equipe de engine da Pearl Abyss explicou o ciclo de sete anos de Crimson Desert pelo fato de a BlackSpace ter sido reescrita quase todo ano: mais polígonos e outro patamar de desempenho. Em vez do culling comum do que não está visível, a engine, segundo ele, remove vértices e transfere parte do trabalho do processador para a placa de vídeo.
Na build final, diz ele, não há código de script. A equipe usa dados inteiros e de bits e estruturas simplificadas, algo raro em projetos modernos. Ele coloca essa obsessão por velocidade acima dos jogos típicos em Unreal Engine 5 e reconhece que foi assim que um grupo pequeno conseguiu produzir tanto conteúdo.
Sobre a jogabilidade em si, ele é cauteloso: saiu antes da equipe de conteúdo e não sabe se o jogo vai continuar interessante por centenas de horas. Ele mesmo não ficou muito tempo em Black Desert. O lançamento indicado na nota é 19 de março no PC, PlayStation 5 e Xbox Series S/X.

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